Norusca terá mudanças no ‘clássico’ em Marília


Após um período de 15 dias sem jogar pela Copa Paulista em função da desistência do Atlético Araçatuba da competição, o Noroeste terá alterações em sua escalação para o duelo contra o Marília neste domingo, às 11h, no estádio Bento de Abreu Sampaio. No treino de ontem – que não foi acompanhado pelo JC por ter sido realizado pela manhã, e não à tarde conforme divulgado pelo clube em seu site oficial e em mudança de horário não comunicada ao JC –, o técnico Luciano Dias praticamente definiu a equipe e leva três dúvidas para a partida.

Em entrevista por telefone, ontem à tarde, Dias informou ao JC que o goleiro Alexandre Villa, os laterais Mizael e Roque e o meia-atacante Cléverson, que iniciaram como titulares na derrota contra o Linense, devem ser mantidos na equipe. Por outro lado, os volantes Negreti e Juninho e o zagueiro Kelisson voltam ao time. Já Almir ganha titularidade no meio-campo. Três posições ainda estão indefinidas. Bonfim e Geílson lutam por uma vaga para completar a zaga. Richard e Marcus Vinícius disputam posição no meio-campo e Leleco e Diego, no ataque.

A provável escalação deixa de fora da equipe os volantes França e Deivid e o meia Willian, que foram titulares em Lins. O atacante Rafael Aidar também estava presente na equipe inicial contra o Linense, mas recebeu o terceiro cartão amarelo e cumpre suspensão automática.

O Noroeste ocupa, no momento, a terceira colocação no Grupo 1 da Copinha, com nove pontos, três vitórias e três derrotas. A equipe, a exemplo do Prudente, o quarto, tem um jogo a menos do que o restante dos integrantes. O Marília é o penúltimo na chave, com quatro pontos, sendo uma vitória, um empate e cinco derrotas.

A classificação geral do grupo aponta o Linense, com 17 pontos; Penapolense, com 15; Noroeste, 9; Grêmio Prudente, 6; Marília, 4; XV de Jaú, 3. Após o jogo contra o Marília, o Norusca encara, fora de casa, o Prudente, no dia 9; Penapolense, em Bauru, dia 11; XV de Jaú, dia 19, em Bauru, no fechamento desta fase.
Por: Jornal a Cidade

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Após festejos, Norusca apresenta reforços

Hernani, Gustavo e Marcelinho
Após a festa de ontem que marcou as comemorações de seu Centenário, o Noroeste apresentou, na manhã de ontem, três reforços para a Copa Paulista. Dois nomes já são conhecidos pelos torcedores noroestinos, os volantes Hernani e Marcelinho, que tiveram passagens vitoriosas pelo Alfredo de Castilho. Além dos “novos-antigos” alvirrubros, o lateral-esquerdo Gustavo Henrique passou a integrar o elenco bauruense. Marcelinho e Gustavo fazem treinamento físico intensivo com vistas a entrar em campo após o confronto com o MAC, neste domingo, às 11h, em Marília, e Hernani se recupera de uma cirurgia no joelho direito e deve reestrear em breve.

Enquanto o lateral-esquerdo, com contrato até o final de 2010, afirmava estar ansioso para iniciar seu trajeto no Norusca, Marcelinho e Hernani destacaram a felicidade em retornar a Bauru. Marcelinho, que estava emprestado ao Santo André, possui contrato até o final de 2012 com o Noroeste, enquanto Hernani fechou até o final de 2010, mas com intenção de renovar para o Paulistão

“É sempre bom voltar para o Noroeste. Além de ser um clube que tenho carinho especial, toda a minha família e amigos são de Bauru. Não vejo a hora de poder ajudar o time”, disse Marcelinho durante a coletiva de imprensa.

Apesar de ser classificado como volante, Marcelinho, 24 anos, também pode atuar como ala e zagueiro para completar o elenco noroestino. Realizando um trabalho de recondicionamento físico para poder ajudar o time na Copa Paulista, o jogador que participou da campanha de acesso à Série A-1 do Paulistão no ano passado preferiu não colocar um prazo exato para vestir a camisa do Noroeste novamente e também não revelou qual seria sua função no time.

Outro que também deve estar próximo de estrear com a camisa alvirrubra é o lateral-esquerdo Gustavo Henrique, 22 anos, também conhecido como Gustavo “Goiano”. O jogador iniciou sua carreira no Vitória, na Bahia, onde atuou por oito anos, desde a categoria de base. Antes de chegar ao Norusca, Gustavo jogava pelo Juventude, no Rio Grande do Sul, e também teve passagem pelo Atlético Paranaense e Ipatinga (MG).

Gustavo Goiano começou a treinar com a equipe do Noroeste na última segunda-feira e avaliou que está fisicamente preparado para entrar em campo, visto que treinava normalmente no Juventude antes de chegar a Bauru.

Dispensando apresentações, o volante Hernani, 34 anos, foi recontratado pelo clube bauruense mas deve demorar um pouco para vestir a camisa alvirrubra. O jogador fez parte do elenco responsável pela melhor campanha noroestina no Paulistão, quando a equipe em que foi capitão ficou em 4º lugar, em 2006. Entretanto, uma cirurgia no joelho direito deve manter Hernani no setor de aprimoramento físico por um tempo.
Por: Jornal da Cidade

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GALVÃO DE MOURA, DUAS CARTAS, A SAUDADE DO FILHO E DESTE ESCREVINHADOR



Galvao de Moura
Abro o JC de segunda, 30/08 e lá uma grata surpresa. Na Tribuna do Leitor uma carta de um filho reverenciando o pai, era Cacau, Carlos José Galvão de Moura, versando sobre a passagem de mais um aniversário do pai (completaria em 30/08, 72 anos), José Carlos Galvão de Moura, ou simplesmente Galvão de Moura como o chamávamos e ele era anunciado nos programas de rádio que comandou. Ao ler o texto da carta do Cacá, bate uma saudade do rádio esportivo feito antigamente em Bauru e o atual (o que mais ouço hoje é o Rafael Antonio, do Jornada Esportiva), um arremedo. O nome do Galvão está associado a um livro, um que verdadeiramente retrata a vivência do nosso glorioso Noroeste (hoje, 01/09, comemorando seu Centenário – junto do Corinthians), o 
“Onze Camisas Futebol Clube” (ganho dele o texto novo do livro, via e-mail e ouço a intenção da republicação de uma 2ª edição ainda este ano). Anos atrás, quando minha irmã, Helena, tinha uma casa alugada na imobiliária de propriedade do Cacau, a Adlar, indo até lá para saldar uma conta, ele me chamou num canto e me mostrou uma carta minha, escrita a mão, que havia escrito para o Galvão pai. Na época, também escrevi uma carta reverenciando Galvão, enviando-a para o diretor da rádio FM Unesp, professor Antonio Carlos de Jesus e este a manteve fixada num mural da rádio por algum tempo. Numa outra, datada de 14/09/1990, escrevo direto para o Galvão agradecendo-o por manter um programa como o “Conversa de Botequim” no rádio bauruenses. 
Cacau
 Hoje disponibilizo aqui, junto a outra carta, essa para o JC, datada de 19/11/1990, quando soubemos que havia adoecido e afirmei ser ele um lírico. Fiz uma brincadeira com a riqueza possibilitada pelo seu sempre radiante humor diante do microfone. Galvão é daqueles a fazer uma falta danada, não só para os familiares, mas pelo jeito como exercia o trabalho na rádio. Depois dele, o seu “Samba e Bola” e o "Conversa de Botequim", na Auri-Verde tiveram a apresentação do Cacau por um ano e outro da mesma cepa, José Esmeraldi, um que não agüentou o que presenciava por ali, ou seja, os bastidores da Auri-Verde e bateu asas, hoje criando um espaço só seu, na internet. Depois disso os programas morreram, permanecendo no imaginário daqueles que viam ali a certeza de que o domingo sempre era muito mais alegre antes dos jogos com programas naquele estilo no ar. Galvão é tudo isso que o Cacá escreveu e um pouco mais. Assino embaixo. Hoje é o centenário do querido Noroeste, mas resolvo não escrever nada sobre o que acontece lá pelos lados do Alfredão. Sou mais a história vivenciada por Galvão, do que muito do que miseravelmente está sendo esquecido pelos detentores da caneta do time (clube deixou de existir faz um tempo) nos tempos atuais. Mas eu continuo gostando demais do "vermelhinho", ou melhor, da "locomotiva vermelha".

AO MESTRE, COM SAUDADE! – Publicado na Tribuna leitor JC, 30/08/2010
Hoje, 30 de agosto, aniversário do Galvão, “José Carlos Galvão de Mouraaaaa”, parece até que estou ouvindo a vinheta da Auri-Verde e mais um “Samba e Bola” está começando em outro domingo. E quanta saudade... Meu Pai foi um homem maravilhoso, que viveu a vida em sua plenitude, intensamente sob todos os aspectos. Curtia como ninguém os grandes e os pequenos momentos e se entregava de corpo e alma a tudo aquilo que fazia.

O Galvão, cuidando de seus passarinhos e conversando com cada um deles com extremo carinho, o ferroviário aposentado e triste com a visão daquele que participou da ferrovia dos áureos tempos e via sua degradação absurda, o noroestino apaixonado, era todo coração, o samba cantado por Noite Ilustrada que fazia parte do som que se ouvia em casa quase todos os dias, suas pescarias, seus amigos, a vida deveria ser vivida e encarada da mesma forma que ele, com imenso prazer.

O rádio, esse veículo maravilhoso e apai-xonante, me deu a oportunidade única de poder estar mais perto de meu Pai, de alguma forma mantendo vivo seu nome na lembrança daqueles que o conheceram e o acompanharam. Das heranças que me deixou, o valor da amizade verdadeira e retidão de caráter certamente são as mais valiosas. Pena que o tempo nos foi tão pouco, mas é certo que um dia nos encontraremos novamente. “Eu sei que você sabe, já que a vida quis assim, a distância não existe e todo grande amor, só é bem grande se for triste”. Sigo meu caminho pedindo a Deus que um dia consiga conquistar de meus filhos a metade do amor que sinto por você, seria realmente uma grande vitória. Parabéns, meu Pai, que saudade!
Carlos José Galvão de Moura - Cacau

Por: Henrique Perazzi Aquino ( diretamente do Mafuá do HPA)






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Damião quer criar o Noroeste S/A


Na Festa do Centenário, presidente noroestino conclama ajuda da cidade a realizar seu “sonho”

Em pronunciamento durante a Festa pelo Centenário do Noroeste, realizada ontem, o presidente alvirrubro, Damião Garcia, afirmou que pretende viabilizar a proposta do Noroeste S/A. Damião externou sua ideia logo após o descerramento da placa que batiza o complexo esportivo noroestino de Complexo Damião Garcia. Ele entende que o formato de gestão feito por um grupo de pessoas investindo no clube é a maneira ideal de manter financeiramente o alvirrubro para os próximos anos. “Para tocar o time tem que ser assim porque a despesa é muito grande”, define, afirmando que este é seu sonho.

O presidente disse que trabalhará para conseguir atrair entre 20 e 30 pessoas para a proposta e iniciará os contatos brevemente. Em seu discurso ontem, o presidente voltou a mencionar a necessidade da criação da figura do sócio-torcedor como forma de ajudar a manter o clube. Seo Damião se disse muito satisfeito com a homenagem recebida ontem. O estádio permanece sendo Alfredo de Castilho.

Damião rechaça os boatos de que o Noroeste poderia mandar as partidas contra Palmeiras e Corinthians no Paulistão 2011 fora de Bauru. “Quem falou isso disse uma mentira sem tamanho. Imagine que eu iria fazer isso pelo Noroeste e pelo povo de Bauru”, comenta. O presidente disse que pretende montar um time competitivo para a disputa do ano que vem.

O vice-presidente do Noroeste, João Bidu, exalta a marca centenária do Norusca, mas lembra que o clube tem que pensar no futuro. “É uma marca histórica, não é qualquer um que chega aos 100 anos. Mas temos uma longa caminhada pela frente. Vamos comemorar, mas vamos seguir em frente”, projeta.

Os ex-presidentes Cláudio Amantini e Ibrahim Cameschi também marcaram presença na festa alvirrubra. Amantino celebra o reencontro com ídolos noroestinos na homenagem aos ex-jogadores. “Estou superemocionado e revendo os velhos jogadores que disputaram muitos títulos e jogaram aqui. Foram atletas que me deram muitas alegrias. Consegui tantas vitórias com estes jogadores, conversando com eles, batendo papo e não se impondo como presidente e sendo um dirigente que estava ao lado deles. Eles sempre me respeitaram bastante e, graças a Deus, os resultados vieram”, comemora.

Cameschi exalta a história noroestina e a marca de 100 anos. “Não são todos os clubes que alcançam esta etapa. Para mim, é muito importante porque tenho origem ferroviária e este estádio foi construído pelos ferroviários. Faço votos que o Esportes Clube Noroeste continue crescendo para o bem não só dele próprio, mas também de Bauru. Futebol, hoje, não é fácil, mas o Noroeste se mantém atuante e, agora, na primeira divisão, o que é muito importante para nossa cidade e para os torcedores. O Noroeste está vivo e tenho certeza que o Noroeste jamais vai acabar e, enquanto estivermos vivos, vamos lutar para que ele se mantenha de pé”, garante.
Por: Jornal da Cidade

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No Twitter, centenário do Noroeste 'supera' o do Corinthians


Time de Bauru liderou lista de assuntos mais comentados no mundo
01/09/2010
Na lista dos "trending topics" do Twitter, o centenário de um clube de futebol paulista era o assunto mais comentado em todo o mundo no final da manhã desta quarta-feira. A honra coube ao... Esporte Clube Noroeste, de Bauru, a 343 km da capital paulista.
Com registro de fundação feito no mesmo dia que o Corinthians, o clube bauruense ganhou, pelo menos no Twitter, o apoio dos torcedores de outras equipes, que deixaram a comemoração do centenário corintiano relegado ao segundo lugar na lista de assuntos mais comentados.
Por volta das 12h30, o rol dos "trending topics" mundial trazia o Noroeste na primeira posição, seguido pelas expressões "Nação Corinthiana" e "Corinthians Paulista". Na lista local, de termos mais presentes em tweets postados por internautas brasileiros, apareciam também as expressões "Parabéns Noroeste", "Poderoso Timão" e "Norusca", um dos apelidos dados ao alvirrubro de Bauru, que já chegou a disputar a primeira divisão do Campeonato Brasileiro em 1978.
Fonte: Globo/G1

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Genótipo e fenótipo


Peço licença para falar do centenário Esporte Clube Noroeste. Licença porque não sou bauruense, não nasci de linhagem alvirrubra. Entretanto, recorde as aulas de biologia, caro leitor.
Genótipo é o conjunto de genes, de nossas características hereditárias, nosso código de barras. Por essa teoria, sou torcedor do Ituiutaba (atualmente na Série C nacional), natural que sou de cidade homônima, do Triângulo Mineiro. Entretanto, não passava de um time amador quando de lá saí, há quase 14 anos.

Voltemos à biologia. Fenótipo: o resultado da interação do código genético com o ambiente. É aí que meu coração ganhou o carimbo noroestino. Passou a pulsar no descompasso desse time errante, um ioiô que testa cardíacos com seu sobe-desce, da elite à segundona, do inferno ao céu – parêntese para a geografia: céu que nessas coordenadas do Centro-Oeste paulista é o melhor ambiente do voo a vela e endereço do mais belo pôr do sol que já vi.

A paixão pelo Noroeste, porém, não me pegou de súbito. A nova vida universitária me ocupava – estudante demora a interagir de verdade com a cidade, a comunidade, muitos vão embora sem comer o legítimo sanduíche e mal sabem o que há depois da Rodoviária.

A princípio, achava graça do nome da dupla de ataque: Petróleo e Tequila. Interessava-me mais torcer para que o clube retornasse à elite para ver grandes times de perto. Pé frio: em 1999, o Norusca caiu para a A3. Enquanto o time vivia no limbo da Terceirona, eu estudei, namorei, formei-me jornalista, casei e finquei minha estaca por aqui. Hoje, arrependo-me de não ter estado ao lado do time naquelas horas difíceis, quando agonizava num sucateado Alfredo de Castilho, como um doente terminal. É nesses momentos que se forja o melhor dos torcedores.

Pelo menos, quando o Corinthians veio a Bauru para o retorno do clube à elite, em 2006, eu já não queria mais ver time grande. Grande era o Norusca! Já sentira o prazer de subir aos trancos e barrancos – sofrido como tem que ser – e até de ser campeão, na emblemática Copa FPF. Já estava contaminado, meu sangue era, de fato, rubro.

A partir dali, os heróis noroestinos ganharam herdeiros. Fabiano Paredão lembrou Amélio. Bonfim é tão longevo quanto Xandu. Marcelo Santos foi vigilante no lado esquerdo como Gualberto. O capitão Hernani (que está de volta!) honrou Lorico. Lenílson engraxaria as chuteiras de Ranulfo, mas por cinco meses triunfou pela meia-esquerda. Baroninho e Chico Spina teriam problemas em apostar corrida com Otacílio Neto pela ponta. Zé Carlos, o mais recente dos goleadores, foi guerreiro como Toninho na última Série A2.

Eu, como disse, não sou herdeiro de noroestino. Não assino Pavanello, Brandino, Grillo, Souto ou Perazzi. Mas já rasurei meu código de barras. E sou grato por ter sido acolhido por Bauru, berço desse glorioso time de futebol.
Fernando BH é jornalista esportivo da Editora Alto Astral e editor do site Canhota10.com

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Confira a Seleção de Jogadores mais votados pelos internautas, que participaram pelo site da Rádio 94FM de Bauru.

Goleiro – Amélio
Laterais – Xandu e Pierre
Zagueiros – Tecão e Márcio Araújo
Volante – Lorico
Armador – Ranulfo
Pontas – Rodrigues e Baroninho
Atacantes – Zé Carlos e Toninho Guerreiro

O treinador mais votado foi Varley Batista de Carvalho e o dirigente vencedor foi Cláudio Amantini.

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