Knevitz testa formação do Norusca mais ofensiva

O técnico Amauri Knevitz comandou treino tático ontem e, não só definiu o Noroeste que entra em campo amanhã, às 10h diante do Velo Clube no Alfredo de Castilho, como armou outras “alternativas” para não deixar escapar desta vez os três pontos.

A base que empatou (2 a 2) com o América foi mantida. Porém, na segunda parte do treino, Knevitz testou o atacante Rafael Silva no lugar do volante Garroni. Assim, o time atuou com Romarinho, Leandro Oliveira, Rafael Silva e Boka, numa formação muito mais ofensiva.

“O time só precisa errar menos. O resultado (em Rio Preto) não foi o que podia ter sido, mas o time jogou bem”, comentou o comandante após o treino de ontem.

Assim, o provável Noroeste para sua estreia em casa na Série A-2 é: Nicolas; Bira, Thiago Jr., Marcelinho e Velicka; Everton Garroni, França, Juninho e Leandro Oliveira; Boka e Romarinho.

Vitor Hugo, atacante do Noroeste
O Noroeste anunciou de forma oficial ontem o empréstimo do atacante Vitor Hugo, 19 anos, para o Assú (RN), clube que disputa a Primeira Divisão do Campeonato Potiguar. O atleta, revelado pelas categorias de base do Alvirrubro, teve seu vínculo renovado com o Noroeste até o final de 2012. O empréstimo para o Assú vai até o final de abril, quando termina o campeonato estadual do Rio Grande do Norte.

O gerente de futebol do Noroeste, João Gonçalves, salienta que a negociação foi realizada com o intuito de dar mais bagagem ao atacante noroestino.

“É importante que o atleta esteja sempre atuando, que tenha uma sequência de jogos, para ganhar experiência, ritmo de jogo, principalmente no caso dos jogadores mais jovens”, destaca Gonçalves.

Contudo, o empréstimo do atacante revela desgaste com o clube e o comando do treinador Amauri Knevitz. Sem espaço no elenco que disputa a Série A-2 do Paulista, Vitor Hugo, que foi efetivado ao time profissional no ano passado, seria reintegrado à equipe sub-20. O descontentamento do jogador adiantou o processo de empréstimo.
Jornal da Cidade

Leia mais...

NORUSCA ACERTANDO O TIME

O Noroeste exibiu bom futebol e trouxe um ponto precioso de São José do Rio Preto, mas o técnico Amauri Knevitz quer muito mais ainda, e não vai demorar para o time pegar um voo direto, contínuo no campeonato da Série A2. No gol, Nicolas vem aprovando e merecendo a posição de titular. A defesa que atuou quarta-feira, está definida para a competição, e para o meio-campo, Knevitz tem boas opções. A grata surpresa na partida no Teixeirão foi o desempenho de Juninho, enquanto Everton Garroni nos faz lembrar Luciano Santos. E se o setor precisar ser reforçado, Kasado está de sobreaviso. No ataque, Boka é o cara, e resta saber quem será seu parceiro na linha de frente. Os candidatos são vários: Rafael Silva, Roberto, Romarinho, Diego e Daniel Grando. E um bom reforço pode chegar nos próximos dias. Se o zagueiro De Lazzari não se recuperar de contusão, o Noroeste contratará um lateral-esquerdo, e com isso, Velicka seria escalado em sua posição original. Acho um desperdício, um jogador talentoso como Velicka atuar na lateral-esquerda e não no meio-campo, como aconteceu no empate diante do América. Mas o comandante tem lá suas razões para improvisar Velicka, porque Alexandre Aguiar não está bem, e o curinga Léo Nascimento, que podia quebrar o galho na posição, está lesionado. Léo é zagueiro e ala.
 

PRÓXIMO DESAFIO 
O Velo Clube é o próximo desafio do Noroeste, amanhã cedo, pela segunda rodada da Série A2. Na estreia, em seu campo, o Velo venceu o Monte Azul por 3 a 2. O destaque da equipe rioclarense é o ataque, especialmente Luciano, um centroavante de ofício.
Leonardo de Brito/Jornal da Cidade

Leia mais...

MEMÓRIA DA BOLA


Em 1959, o São Francisco tinha uma respeitada equipe juvenil
O SANTO DA BELA  VISTA
Fundado em 1953, o São Francisco, conhecido como o Santo da Bela Vista, impunha respeito também na divisão de base.
Como registrou a foto em 1959, no gramado do BAC: em pé, a partir da esquerda, Jair, Padreco, Expedito, Aparecido, Diocélio e Bonfim; agachados, Joel Evans, Percival, Paulo Sérgio Simonetti, Vicentinho, Perobinha e Pedrinho.
Como é sabido, Bonfim brilharia depois  no BAC e no Noroeste, Paulo Sérgio seguiria, com sucesso,  a carreira radiofônica, e Joel Evans trocaria o microfone pela carreira no Banco do Brasil.
Padreco era o apelido do Vicente Romão, hoje empresário em Catanduva, mas naquela época identificado pelos vínculos com a religião: tinha um tio que  era padre em Matão, uma irmã freira na ordem do Sagrado Coração de Jesus, e o irmão mais velhos, o saudoso José Romão, prestes a vestir a batina de padre.
Que acabou não acontecendo. O José virou professor de português, meu colega no I.E.Ernesto Monte, depois em Pederneiras, onde casou, e, por último, na USC.

Em 1972, Chico Buarque cantou e bateu bola, em Bauru
CHICO SACUDIU A  LUSO
A sede social da Associação Luso-Brasileira, hoje em dolorosa agonia, recebeu em setembro de 1972 o grande Chico Buarque de Holanda.
Chico, acompanhado pelo MPB-4, teve o coro emocionado de duas mil vozes, quando cantou a obra-prima chamada "Construção" - como outras, visada pela Ditadura Militar.
Por isso, foi proibido de falar à Jovem Auri-Verde, de Tobias Ferreira e da Família Simonetti. O repórter Lourivetti de Castro teve que se contentar com uma entrevista para ser publicada no Diário de Bauru.
Antes do show musical, Chico Buarque bateu bola com universitários da cidade no campo do BAC. Depois do show, levado pelo acadêmico de engenharia, Veríssimo Barbeiro Filho, esticou até o Ciente - Centro de Vivência Estudantil.
João F. Tidei Lima/ Historiador




Leia mais...

Após empate, Norusca se concentra no Velo

Após empatar em 2 a 2 com o América em São José do Rio Preto, em sua estreia na Série A-2 do Campeonato Paulista, o elenco noroestino se reapresentou na tarde desta quinta-feira (26/01). Os jogadores que atuaram por mais tempo na quarta-feira, fizeram um trabalho regenerativo, enquanto os demais atletas treinaram no Centro de Treinamento do Complexo Damião Garcia.

O ponto conquistado fora de casa contra um adversário considerado favorito ao acesso, porém, teve recepção diferente no clube. O resultado final foi comemorado, mas as circunstâncias do jogo foram lamentadas (o Noroeste deixou o primeiro tempo vencendo por 2 a 0).

As atuações do atacante Romário, que se movimentou e criou chances de gol, e do centroavante Boka, oportunista e autor do segundo gol do time, se confrontam com a atuação do goleiro Nicolas, grande herói do jogo. Se no primeiro tempo o arqueiro alvirrubro quase não teve trabalho, na etapa complementar foi muito requisitado. Para sorte do Norusca, quando o time parou, Nicolas cresceu debaixo das traves e evitou o pior.

O próximo compromisso da Maquininha Vermelha na Série A-2 será no domingo (29/01), às 10h, na Vila Pacífico, contra o Velo Clube (com transmissão do "Timão da Jovem").

Rádio Auriverde de Bauru

Leia mais...

NOROESTE, TORÇO SIM, POIS “ELES PASSARÃO, EU PASSARINHO”


Vitor, atual presidente da Torcida Sangue Rubro
Sou um torcedor de futebol à moda antiga. Tento continuar exercendo o ofício, mesmo com a profunda e negativa transformação que o “esporte bretão” teve mundo afora. Ontem quando o Corinthians venceu a Copa SP Futebol Jr não vibrei como dantes. Passei a admirar de uns tempos para cá mais a beleza do esporte do que o amor incondicional por um time. Tento colocar isso em prática ao meu modo, com raras exceções. A única, de amor mais do que declarado, enraizado e pelo visto, irremovível é pelo ESPORTE CLUBE NOROESTE, o time de minha aldeia, Bauru. Ele estreou ontem na 2º Divisão do Campeonato Estadual Paulista, contra o América de SJRP, fora de casa e fiquei com o ouvido colado no radinho de pilha (2x2, após virarmos o 1° Tempo ganhando de 2x0). Adoro uma transmissão de futebol, dessas feitas por rádio AM. Tenho a minha preferida e é a feita pelo Jornada Esportiva, do locutor, radialista, comentarista, repórter de campo e também motorista nas viagens, Rafael Antonio. Narração deste e com reportagem de Jota Martins, esses para mim, imbatíveis. Circulo um pouco por todas, aproveito o que me serve, deleto o rejeitável.
Leio o Leonardo de Brito, o Fernando BH e o Bruno Mestrinelli (gosto mais dele no esporte, do que na política, mesmo sabendo que ele prefira escrever sobre esse segundo tema). Sou filiado na Sangue Rubro e a sigo como e quando posso. Prefiro sentar lá debaixo dos eucaliptos ao coberto do social. O som do batuque me é mais familiar. Vou ao campo com a camisa da torcida e sei que ela tenta se espelhar numas outras grandes, mas ainda tem muito da pureza de um time do interior (queria que ela não perdesse isso nunca). Não consegui fazer com que o filho gostasse de futebol, mas reencontro a cada jogo primos (o Beto Grandini e o Eduardo Lopes), amigos (Aldo Wellincham, Ademir Elias, Duílio Duka, Tuim, artesão Chico Cardoso...) e os quase mil torcedores que não abandonam o time faça chuva ou sol. Já nos conhecemos de longa data. 
Queria ter a garra de um Reynaldo Grillo, que não conheço pessoalmente e mesmo distante, aparenta ser mais noroestino do que mais da metade dessa cidade. Leio com regularidade o seu blog, o do BH, o do Gustavo Duarte e o da Sangue. Conheço cada canto do Alfredão e circulo bem por ele. Sinto falta quando me faltam jogos e da convivência com os que fazem daquilo uma espécie de lazer. Sou um desses. Vou lá para ver meu escrete entrar em campo e me transformo durante o jogo. Viro macaco de auditório e até esqueço as besteiras que sei acontecer nos bastidores (e são muitas). Vibro com o Marcão Shopping dirigindo o time das arquibancadas e o Pavanello circulando com sua prancheta pelas arquibancadas. Durante alguns meses lá estarei, daqui a bem pouco vou conhecer os novos jogadores pelo jeitão de cada um tocar na bola, vou saber quem é perna de pau, quem entende do riscado e se o técnico acertará dessa vez (parece que sim - toc toc toc). Vou rir com o querido dr Omar adentrando o campo lentamente e comer em todos os jogos a paçoquinha do casal mais conhecido do estádio. 

Ontem não fui, mas domingo, 10h, lá estarei e não vejo a hora de envergar o novamente o uniforme de torcedor, que já está devidamente passado, dobrado e pronto. Como bem disse a Cida, portelense de quatro-costados: “Não me importo de vencer campeonatos. Coração não tem Divisão”. Na primeira, segunda ou onde estiver, lá estarei. Sobre os problemas internos, sou um eterno crítico, mas parafraseando Mário Quintana explico: “Eles passarão, eu passarinho”.
adentrando o campo lentamente e comer em todos os jogos a paçoquinha do casal mais conhecido do estádio. Ontem não fui, mas domingo, 10h, lá estarei e não vejo a hora de envergar o novamente o uniforme de torcedor, que já está devidamente passado, dobrado e pronto. Como bem disse a Cida, portelense de quatro-costados: “Não me importo de vencer campeonatos. Coração não tem Divisão”. Na primeira, segunda ou onde estiver, lá estarei. Sobre os problemas internos, sou um eterno crítico, mas parafraseando Mário Quintana explico: “Eles passarão, eu passarinho”.
Henrique Perazzi Aquino, diretamente do Mafuá do HPA

Leia mais...

Norusca:Justo empate, mas com gosto de derrota


Atacante Boka do Norusca no destaque
Dois jogos totalmente diferentes antes e após o intervalo. Foi assim a estreia do Noroeste contra o América em São José do Rio Preto pela Série A-2 do Campeonato Paulista. No dia em que morreu o goleiro Navarro, um dos maiores ídolos da história do time (leia mais abaixo), o melhor homem em campo foi justamente o goleiro Nicolas, que evitou a derrota depois de um ótimo primeiro tempo noroestino.

Fazendo valer o mando de jogo, o América começou sufocando o Noroeste. A equipe da casa concentrava seu jogo nas laterais e, logo no primeiro lance, o zagueiro Thiago Júnior furou e deu um susto na torcida bauruense. A zaga desviou e evitou que o Norusca saísse atrás do placar nos minutos iniciais do campeonato.

E essa foi a tônica no começo do jogo. Com muitas saídas erradas e parecendo não ter voltado das férias ainda, o Noroeste se contentava em barrar as tentativas do América.

Entretanto, aos 15 minutos, o time de Bauru começou a se soltar. A primeira chance real do Norusca veio com o atacante Boka, que chutou rasteiro e obrigou o goleiro Leal a fazer uma boa defesa.

Mesmo bem melhor do que começou a partida, o Noroeste sofria com muitos erros na saída de bola. Porém, aos 19 minutos, por não conseguir aproveitar as falhas do adversário, o América foi castigado com o “próprio veneno”. Após o time da casa sair jogando errado, o atacante noroestino Leandro Oliveira limpou, bateu colocado no canto esquerdo do goleiro Leal e fez o primeiro gol do Norusca na Série A-2.

Surpreendido, o América não conseguia construir mais suas jogadas. O Noroeste passou um susto somente aos 35 minutos, quando teve uma bola alçada na sua área e, após um toque no braço da zaga, a torcida da casa pediu pênalti. O árbitro Marcelo Alfieri, entretanto, interpretou como lance normal.

Dois minutos depois, o Norusca respondeu. Após bela troca de passes, Garroni deu um toque açucarado para Juninho e o atacante saiu na cara do gol. A vantagem só não foi ampliada porque o goleiro Leal fez um milagre e jogou a bola para escanteio.

Na cobrança, porém, a defesa do América não pôde fazer nada. Depois de um cruzamento fechado, Boka acertou uma bela cabeçada e fez 2 a 0 para o Norusca.

Perdendo em casa, o América partiu para cima no primeiro tempo. Aos 39, Lucas aproveitou a falha da zaga noroestina e cabeceou sozinho. A bola, entretanto, não entrou.

Empurrado pela torcida, o time de Rio Preto tentava de toda maneira diminuir a vantagem. Mas, foi o time de Bauru que teve a melhor chance antes do fim da primeira etapa. O 3 a 0 só não saiu porque o volante França, que ficou frente a frente com o goleiro Leal, tentou encobrir e colocou a bola por cima do gol. Após a incrível chance perdida, o juiz encerrou a etapa inicial.

45 minutos de pressão

Na etapa complementar e com dois tentos de desvantagem, o América voltou para o tudo ou nada com duas alterações. Com uma zaga bem postada, o Noroeste conseguia neutralizar as jogadas. Da mesma forma que iniciou o primeiro tempo, o time da casa se concentrava pelas laterais.

E foi dessa forma que a pressão surtiu efeito. Aos 12 minutos, depois de um cruzamento ótimo de Hadson, que havia entrado no intervalo, Lucas cabeceou forte e diminuiu a vantagem do Norusca.

A estreia serviu para mostrar a maior deficiência do time: a jogada aérea. O América percebeu essa fragilidade e insistiu nos cruzamentos e bolas alçadas. Aos 17 minutos, só não saiu o empate porque o goleiro Nicolas fez uma defesa incrível depois de um peixinho de Juca.

O Noroeste respondeu somente aos 20 minutos de jogo, com uma escapada de Juninho, que bateu forte, obrigando o arqueiro Leal a desviar para escanteio.

A resposta noroestina não parou o ímpeto do time da casa, que continuou em busca do empate. Aos 23 minutos, o placar só não se igualou graças ao lateral Bira, que tirou a bola em cima da linha.

Honrando um dos maiores ídolos da história do Norusca, o arqueiro Nicolas segurava a vantagem como podia. Aos 35 minutos, novamente após uma jogada aérea e uma cabeçada, ele fez uma defesa milagrosa.

Porém, três minutos depois, veio a igualdade desenhada durante toda a etapa complementar. Após bela jogada de Rafael Martins, ele foi derrubado na área por Velicka e o juiz marcou pênalti. Na cobrança de Juca, Nicolas até acertou o canto, porém, não alcançou a batida cruzada.

Depois de buscar o empate, o América ainda queria a vitória e continuou a pressão. Porém, o arqueiro noroestino continuou bem em campo e o jogo terminou mesmo em 2 a 2.
Jornal da Cidade

Leia mais...

Noroeste cede empate ao América de Rio Preto


Depois de terminar o primeiro tempo à frente no placar em São José do Rio Preto, o Noroeste acabou se rendendo a pressão do América e ficou no empate em 2 a 2 em sua estreia na Série A-2 do Campeonato Paulista.

Leandro Oliveira, aos 19 minutos, e Boka, aos 37, fizeram os tentos que garantiram ao Alvirrubro o 2 a 0 no placar da etapa inicial.

Já na volta do intervalo, Lucas diminuiu de cabeça, logo aos 12 minutos.

A zaga noroestina não suportou a pressão e Velicka acabou cometendo pênalti em Rafael Martins aos 38 minutos. Juca cobrou e deu números finais ao jogo: 2 a 2.

O Noroeste volta a campo no domingo, quando recebe o Velo Clube às 10h no Estádio Alfredo de Castilho.

Leia mais...