Noroeste ganha apoio financeiro com parceria de 6 meses



A parceria entre Noroeste e o empresário Fábio Silva, de Campo Grande (MS), distribuidor independente da Herbalife, foi concretizada nesta terça-feira, em reunião entre as partes no Estádio “Alfredo de Castilho”. Quatro jogadores, um meia que já está no clube para fazer exames médicos, um volante, um atacante e possivelmente um zagueiro que jogue pelo lado esquerdo e ainda significativa importância em dinheiro.

O distribuidor independente da empresa global, vai investir no Noroeste nos próximos seis meses, o que dará fôlego financeiro à Diretoria do presidente, o empresário Anis Buzalaf Júnior, que assumiu o clube em 5 de dezembro passado, em situação desconfortável e vem trabalhando forte.
O investimento mensal, originário da parceria, será entre R$ 30 a R$ 40 mil reais. O Noroeste aguarda o primeiro depósito em sua conta corrente nesta quarta-feira (30).

Site da Rádio 94 FM de Bauru

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Cantores fazem dupla de ataque caipira com o Noroeste

Oliver e Léo apostaram no futebol e patrocinam o uniforme do clube de Bauru para ganhar mais visibilidade nacional


O ritmo caipira do interior paulista conquistou uma dupla sertaneja de São Bernardo do Campo e criou uma nova parceria entre a música e o futebol: Oliver e Léo investem no Noroeste desde o fim de 2012 como um dos patrocinadores do uniforme do tradicional clube de Bauru, que neste ano disputa a Série A2 do Campeonato Paulista e vai jogar também a Copa do Brasil.

A ligação teve início no passado, antes de o Norusca conquistar o título da Copa Paulista, numa decisão contra o Audax - conquista que valeu a chance de voltar à competição nacional. O emprestário da dupla, Emílio Brumati.

- O relacionamento surgiu em um almoço em São Paulo. Depois levei a banda para tocar em uma casa noturna country em Bauru. Teve uma boa aceitação na cidade. Assim como o Neymar tem ligação com a dupla João Lucas e Marcelo, que está fazendo um grande sucesso, a intenção nossa também é ter uma relação com o futebol. E o Noroeste abriu essa possibilidade para os garotos. Queremos criar uma raiz com o público da região - explicou.
Oliver e Léo, que há dois anos estão batalhando no mercado musical do país, disseram que além da paixão pelo esporte, o Noroeste tem um grande potencial.
- O Noroeste é grande e tradicional na história do futebol. Acho que é uma boa parceria, além de ter a peculiaridade em relacionar o clube do interior com a música caipira e sertaneja - explica Oliver.

O contrato de patrocínio vale, por enquanto, até o final das participações do Noroeste na Série A2 e na Copa do Brasil. O valor total é de R$ 30 mil. Em troca, a dupla sertaneja recebeu espaço nas duas mangas do uniforme da equipe.

Para afinar ainda mais a relação Oliver e Léo e Noroeste, a dupla ensaiou e criou uma versão caipira do hino do clube.

– Ensaiamos bastante a letra. É um hino maravilhoso. Além de apostar no clube queremos ter uma identificação com ele - disse Oliver.

Na região, a dupla sobe ao palco em Bauru no dia 16 de fevereiro e abre o show de Jorge e Mateus. Já o Noroeste volta a campo pela terceira rodada da A2 nesta quinta-feira, às 20h, contra o Rio Claro, fora de casa.

 Alan Schneider/ Globo Esportes/ Bauru




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Adílson para ganhar em Rio Claro



Seixas começa a remontar esquema contando com volta de lateral-esquerdo experiente para jogar fora de casa

O lateral-esquerdo Adílson será a novidade do Noroeste para buscar um bom resultado contra o Rio Claro, nesta quinta-feira, às 20h. Em recuperação de uma forte gripe que o tirou do duelo contra o Rio Branco, no último domingo, o jogador deve organizar o setor que ficou desprotegido e quase sem articulação no ataque.

No empate contra o time de Americana, a ausência do lateral canhoto “de ofício” resultou na improvisação de dois jogadores que atuam pela direita. Mizael e Cássio se alternaram no lado esquerdo do campo, o que claramente não funcionou.

Na frente, Nathan perdeu gols no início da partida e no final da primeira etapa que poderiam ter decidido a favor do Alvirrubro na sua estreia perante o torcedor bauruense. O 1 a 1 contra o Rio Branco não foi um resultado ruim pelas oportunidades perdidas, sobretudo na segunda etapa, pela equipe adversária, comandada pelo experiente técnico Luiz Carlos Ferreira, o Ferreirão.

Agora, o técnico Carlos Alberto Seixas terá um tempo maior do que outras equipes na preparação de seu time para a terceira rodada, que começa hoje com Comercial x Audax e prossegue amanhã. Será a chance de armar o time que tenta manter o bom posicionamento neste início de caminhada na Segundona.

A tabela de classificação mostra hoje o Alvirrubro com 4 pontos em seis disputados, ocupando após  duas rodadas a segunda colocação com a mesma pontuação de Guaratinguetá, Barueri, Rio Claro (adversário da quinta-feira), São José e Monte Azul. No critério de desempate, o Norusca está à frente dessas agremiações pelo saldo de gols maior, graças à goleada sobre o Juventus por 4 a 0 na quarta-feira passada, na Rua Javari. O líder da A-2 é o Osasco, 100% na competição com duas vitórias e somando 6 pontos.

Ritmo de trabalho

O ambiente ontem no Complexo Damião Garcia era de trabalho na busca de mais três pontos como visitante, desta vez em Rio Claro. Quem enfrentou o Rio Branco no calor da manhã de domingo no Alfredão, foi para a piscina sob os cuidados do preparador físico Pedro Jr. O restante do elenco realizou um trabalho técnico com Seixas no estádio bauruense.

Na manhã de hoje, Seixas comanda o primeiro treino tático visando preparar sua equipe para o confronto de Rio Claro. A confirmação dos onze que entram em campo, porém, só deve vir amanhã pela manhã, quando o time faz seu último treino antes da viagem para Rio Claro.

Ricardo Santana/ Jornal da Cidade

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CADÊ OS PATROCINADORES


Enquanto os grandes clubes do país recebem  valores altíssimos de patrocínios em suas camisas, os clubes pequenos das cidades menores, padecem com a falta de patrocinador, vivem atraz  de migalhas  do comercio local, e muitas vezes nem na propria cidade encontram retorno. Digo isso para tentar entender o que está ocorrendo com o nosso Esporte Clube

Noroeste. Já passaram duas rodadas do campeonato e continuamos com nossa camisa limpa de patrocinio, apenas dois grupos estampam suas marcas, muito pouco para quem precisa de aproximadamente de duzentos mil reais mensais para cobrir suas despesas. Porque não aparecem empresas de porte para investir nestas camisas? Acontece que o interesse do patrocinador esta ligado diretamente ao retorno  e exposição na mídia, e esses campeonatos que a maioria disputa não tem exposição nenhuma, a não ser local.

E as vezes em algumas cidades esta exposicão atinge regiões maiores, mesmo assim sem grandes interesses. No caso do Noroeste a situação é mais grave ainda, pois  saímos de um periodo longo onde o dinheiro não era problema, mas sim as pessoas que administravam  estes valores e o clube.Eles ficaram no clube mais de dez anos e não deram projeção nenhuma ao time de futebol, e quando sairam deixaram uma despesa mensal altíssima e o time disputando uma segunda divisão estadual.

Como consequencia o atual sucessor está encontrando dificuldades para administrar esta situação. Pergunto como fazer para captar recursos suficientes para bancar um clube de futebol numa divisão intermediaria cujo calendario futebolistico é praticamente  cinco meses de atividade. A saida seria o mandatário atual reduzir mais ainda as despesas, e pedir apoio aos empresário locais, pois até agora sobrevivemos com venda de  jogadores e cota da federação, e o amanhã como será? Espero que encontremos parceiros que acreditem em nossos dirigentes e aportem recursos para podermos disputar e tentar voltar a divisão maior do estado.

Nelson Brandino



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Noroeste e Bauru reiniciam antiga relação


Uma relação desgastada pelo tempo e pelo sofrimento, mas também com algumas grandes alegrias começa a ser retomada.
Percebe-se em pequenos detalhes o reinício do namoro. Depois do flerte e da troca de olhares platônicos, o episódio “Saída de Damião” foi definitivo para o reencontro entre o clube e a cidade. Noroeste e Bauru parecem que voltam às boas.

O envolvimento de pessoas que vivem em Bauru com a direção do clube, a adesão de amigos dos dirigentes para ajudar nesse novo desafio e um clima de esperança acabam por contagiar a cidade.
Aos poucos a turma vai chegando. Um ajuda aqui, outro socorre ali e meio que num lance mágico, quase como num encantamento, o Noroeste de Bauru vai ressurgindo. Os corações vão se desarmando e todos estão querendo ajudar.

Há uma verdadeira “campanha” invisível contaminando a cidade. Sem combinar nada, tacitamente, espontânea, ela vai arregimentando braços e mentes para uma batalha, que antes parecia perdida e que milagrosamente vai sendo enfrentada. Dia a dia, minuto a minuto,jogo a jogo..
O presidente Busalaf se jogou numa “aventura” e deve ter percebido alguma coisa que só ele e seus companheiros enxergaram: A cidade ama sim o Noroeste e tudo pode dar certo. E não é que vai “virando”.
Num momento tão difícil para se tocar um clube de futebol profissional, onde o lado empresarial e o dinheiro é que comandam e mesmo assim é muito difícil (Vide o período Damião), o Noroeste parece desafiar essa lógica.

Vamos deixar muito claro duas coisas: Primeiro, que somos eternamente gratos a tudo o que o empresário Damião Garcia fez pelo Noroeste. Segundo, que não estamos com essa colocação, quem sabe até sonhadora demais, esperando que o Noroeste arrebente e volte imediatamente à elite do futebol.
A sobrevivência digna do clube, uma participação respeitável na Série A2 de 2013, na Copa Brasil e a continuidade das atividades profissionais já seria uma grande realização, para uma equipe que busca trilhar um novo caminho de forma mais independente e com o carinho de sua torcida e de sua cidade.

Isso já seria o início saudável de novos tempos e um período em que devem proliferar não só homens para trabalhar pelo Noroeste, mas também mentes criativas, com novas idéias, novos projetos, que possam atrair  investimentos para o clube.

O Noroeste deve ter agora como meta a solidificação de que é um bom produto, com tradição centenária, numa cidade importante do maior mercado brasileiro (Interior de São Paulo), com quase 400 mil habitantes e muito tem a oferecer a seus investidores.

Está aí o grande desafio do presidente Busalaf e seus pares, das torcidas organizadas, da imprensa e de todos os bauruenses que gostam de futebol e certamente amam o Noroeste, mas estão sofridos pelas lutas e  mais lutas ao longo de todos esses anos. No entanto tenho certeza que não deixaram de gostar do time que representa sua cidade e que é conhecido e respeitado sim, em todo o Brasil.

Paulo Sérgio Simonetti/ Rádio 94FM de Bauru

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Um empate para não escapar da realidade

Em dia de apresentação para a torcida, Noroeste se reencontra mesmo é com a rotina de jogos difíceis 

Começou ontem o Campeonato Paulista da Série A-2 no estádio Alfredo de Castilho, em Bauru. Que o diga o Noroeste que, ontem, se reencontrou com a competição e apenas empatou com o Rio Branco, por 1 a 1.

Ao invés de um Juventus acuado e goleado (4 a 0), como o da última quarta-feira (23), o alvirrubro recebeu ontem um adversário que o “devolveu” à realidade desta divisão de acesso à elite do futebol paulista.“A situação é essa mesma. Não vamos ter jogos fáceis não”, admitiu o técnico Carlos Alberto Seixas que viu seu esquema tático envolvido pela experiência do colega Luiz Carlos Ferreira, na etapa final.

Apesar do empate, o Noroeste se manteve entre os líderes da A-2. Na próxima quinta-feira (31), fecha, isoladamente, a 3ª rodada contra o Rio Claro, às 20h, fora de casa.

Para este jogo, Seixas deve ter o retorno do ala-esquerdo Adilson, ausente ontem por causa de uma virose.

O jogo/ A baixa de última hora do lateral obrigou Seixas a adaptar o lado esquerdo com  Mizael improvisado enquanto Cássio foi para a direita. Resultado: o setor não fluiu e o resto do time também.
 Sem a força coletiva da estreia, o time ficou à mercê das tentativas individuais. Nathan teve as duas melhores oportunidades da etapa inicial - aos 4 e 37, barradas pelo goleiro rival – até Seixas perceber que os alas deveriam volta às posições iniciais.

E deu certo. Na primeira incursão pela esquerda, Cássio cruzou e Diego cabeceou firme, aos 44. Exatamente no mesmo minuto que abriu a goleada na Mooca. Mas, a coincidência parou por aí.

Após o intervalo, Ferreira percebeu a brecha no meio de campo noroestino e liberou seus meias para a criação. Foi o suficiente para dominar o jogo, acuar o Noroeste e quase virar o placar.
Depois de empatar, aos 18, com um cabeceio de Sandoval, o Rio Branco teve pelo menos duas grandes oportunidades para estufar as redes, ambas com Túlio.

O Noroeste tentava reagir no contra-ataque, mas longe do mesmo ímpeto da apresentação anterior, para a frustração dos quase 600 torcedores que pagaram para ver a estreia, de fato, do time nesta Série A-2.

Noroeste: Yuri; Bonfim, Magrão e Cazão; Mizael, Paulinho, Pedro e Cássio; Nathan (Joãozinho), Diego (Deives) e João Paulo (Adriano).T: Carlos Alberto Seixas

Rio Branco: Eder; Maurício, Sandoval, Leonardo e Galego; Alexandre (Goeber, depois Marcelo), Mateus e Junai (Juninho); Túlio e Marcelo Soares.T: Luiz Carlos Ferreira

Rodrigo Viudes/ Bom Dia Bauru

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