MEMÓRIA DA BOLA


IMBATÍVEL NAS PISCINAS
Recente matéria do Bom Dia, assinada por Gustavo Longo, destacou a atuação do goleiro bauruense Leonardo Fernandes na conquista do pan-americano de Polo Aquático sub-17, em Buenos Aires.
Para a velha guarda, o tema obrigatoriamente remete ao Bauru Tênis Clube, onde nasceu a história da modalidade entre nós. E que teve durante as últimas décadas a orientação competente e respeitada do técnico Luís Fernando Lapo.
Recuando até meados do século passado localizamos as origens do polo aquático no BTC, com equipe considerada imbatível no interior do Estado.
Como mostra a foto, em pé, a partir da esquerda, o árbitro Ênio Lavieri, Plautus Guimarães, Flávio Mota, Paulo Zuicker, Genésio Silvestre; agachados, Rubinho, Hélio Vanini, Claudino Caiado de Castro e Luís Buccalon.
Plautus, Zuicker, Rubinho e Caiado já partiram Os demais, com saúde e memória em dia, continuam circulando por aqui.


IDENTIDADE DO NORUSCA
Acho um equívoco, para dizer o mínimo, querer proibir a formação das chamadas torcidas organizadas.
Agressões e a transformação dos nossos estádios em praças de guerra, exigem isto sim a fiscalização e rigorosas punições aos agressores por parte dos poderes públicos. Como acontece nos países da Europa, hoje a vitrine mais rica  tecnicamente mais qualificada do futebol.

Em Bauru, como se sabe, a identidade e a afirmação do nosso Norusca ficam incompletas sem a presença no estádio, da Sangue Rubro, fundada em 1986 por José Roberto Pavanello. Como aparece na foto.  

João F. Tidei de Lima/ Historiador

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